domingo, 30 de novembro de 2014
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Cientistas criam luva de homem aranha.
Anônimo
22:35
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Cientistas americanos desenvolveram luvas que possibilitam que uma pessoa escale uma parede como se fosse o Homem-Aranha, inspirada na física que permite às lagartixas subir pelas paredes.
Os pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desenvolveram almofadas de silicone do tamanho da mão, com as quais um homem de 70 kg escalou diversas vezes uma parede de vidro de 3,6 metros de altura.
O invento pode ser o mais perto que a Ciência já chegou de reproduzir a aderência das patas da lagartixa a superfícies. Apesar de inúmeras pesquisas neste ramo, o desenvolvimento de um mecanismo que funcione em escala humana tem se provado até aqui um desafio.
As luvas empregam as mesmas forças de atração e repulsão entre moléculas - conhecidas como Forças de van der Walls - que interagem no caso das lagartixas.
Apesar de estas forças não serem de grande intensidade, seu efeito é multiplicado pelos minúsculos pêlos que cobrem os dedos dos animais, permitindo que eles se fixem firmemente nas superfícies.
Mais eficiente
O estudo foi detalhado na publicação científica Journal of the Royal Society Interface.A equipe de Stanford criou pequenos pontos que fazem uso destas forças. Eles foram capazes de produzir uma adesão mais eficiente inclusive que a das lagartixas.
No início do ano, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada em Defesa (Darpa, na sigla em inglês) dos Estados Unidos fez uma demonstração de outro aparelho que permite a uma pessoa escalar uma parede de vidro. Os detalhes do método foram mantidos em segredo.
O esforço mais recente de Stanford teve a colaboração da Darpa.
O programa da agência, chamado de "Z-man", busca desenvolver formas de escalada inspiradas na biologia com o objetivo de dispensar aos soldados o uso de cordas e escadas.
fonte :BBC
CIENCIA
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Fabricantes de chocolate dizem que o produto pode acabar no mundo
Anônimo
22:22
Em 2012, um especialista da Faculdade de Agricultura e Meio Ambiente, da Universidade de Sydney, o professor David Guest, declarou que no futuro poderá faltar chocolate se não houver mudanças nos métodos de plantio e produção.
Segundo as declarações de David, divulgadas no Daily Mail, essa iminente crise de abastecimento de chocolate se dá graças à instabilidade em áreas de cultivo de cacau e da demanda crescente nos países em desenvolvimento.
O professor afirmou também que os métodos agrícolas usados pelos produtores de cacau estão em extrema necessidade de modernização. Afinal, os maiores produtores são países subdesenvolvidos, ou emergentes, que enfrentam muita instabilidade na economia e na política, mudanças climáticas, falta de tecnologia e outros desafios de produção.
A estimativa apresentada pelo especialista David Guest mostra que a produção terá de aumentar em um milhão de toneladas por ano até 2020 para atender à demanda global. Se isso não acontecer, chocólatras, é melhor vocês se prepararem.
Fabricantes reforçam alerta
Agora, recentemente, duas gigantes fabricantes do produto, a Mars Inc. e a Barry Callebaut, vieram a público para reforçar o alerta de que poderemos ficar sem esse tão querido alimento, segundo um artigo de Roberto A. Ferdman, do The Washington Post. Assim como o especialista David Guest, eles afirmaram que os agricultores produzem menos cacau do que o mundo consome.Eles declararam ainda que já estamos no meio do que pode ser a maior sequência de déficit de chocolate em mais de 50 anos. Para você ter uma ideia, a população mundial consumiu aproximadamente 70 mil toneladas métricas mais cacau do que produzimos. Isso é uma diferença muito grande na relação produção/consumo.
Em 2020, as duas fabricantes de chocolate alertam que esse número pode chegar a um milhão de toneladas, um aumento de mais de 14 vezes. E a coisa só piora: em 2030, eles acreditam que o déficit pode chegar a dois milhões de toneladas.
Problemas climáticos
Como falamos anteriormente, os países produtores de cacau são em sua maioria subdesenvolvidos com problemas de infraestrutura agrícola e também enfrentam riscos climáticos. Entre eles estão a Costa do Marfim e Gana, onde mais de 70 por cento de cacau do mundo é produzido.
Esses países, localizados na África Ocidental, têm enfrentado um clima muito seco, que afetou e diminuiu muito a produção na região. Além disso, um fungo que ataca as plantações piorou o problema.
De acordo com o The Washington Post, a Organização Internacional do Cacau estima que esse fungo tenha dizimado entre 30 a 40 % da produção de cacau em todo o mundo. Por todas essas razões, o cultivo de cacau se tornou um negócio particularmente difícil e muitos agricultores mudaram para culturas mais rentáveis, como o milho.
Porém, o apetite insaciável do mundo pelo chocolate é o que mais preocupa. O consumo aumentou muito nas últimas décadas. Na China, por exemplo, um dos países que mais preocupam o mercado, a população está comprando cada vez mais chocolate a cada ano.
Além disso, existe também a crescente popularidade do chocolate amargo (com maior porcentagem de cacau do que barras tradicionais). Por esses motivos, os preços do cacau subiram em mais de 60% desde 2012, quando as pessoas começaram a comer mais chocolate do que o mundo poderia produzir.
Por isso, inevitavelmente, os fabricantes foram forçados a elevar o preço de seus produtos. A Hershey foi a primeira, mas outros seguiram o exemplo por não ter outra alternativa.
Agora, alguns esforços estão sendo feitos para reduzir esse crescente desequilíbrio entre a quantidade produzida e a quantidade consumida. Um grupo de pesquisa na África Central já está desenvolvendo árvores que podem produzir até sete vezes mais a quantidade de sementes que os cacaueiros tradicionais são capazes. Porém, mais trabalho entre os produtores e mesmo entre a população será necessário.
NOTICIAS
Veja esta fantástica casa ,onde nada é o que parece
Anônimo
17:13
Esta obra incrível foi projetada pelo artista Phillip K. Smith III, em Joshua Tree, na Califórnia, EUA. Tudo o que Smith fez foi modificar uma casa de 70 anos, já existente no local, intercalando espelho com as faixas de madeira da construção.
O resultado é simplesmente encantador e, por alguns instantes, você chega a ter a impressão de que a casa foi construída com intervalos vazios entre uma viga e outra. Esse conceito ilusionista é uma das intenções da obra, além, é claro, dos jogos de iluminação, ativados à noite.
De acordo com Smith, a instalação foi criada para trabalhar questões de luz, sombra e de reflexos, além dos conceitos básicos da singularidade humana no sentido de sentir momentos de isolamento, de paz e de mudanças.
mundo
terça-feira, 11 de novembro de 2014
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