quarta-feira, 3 de abril de 2013

Laboratório nos EUA perde amostra de vírus mortal





Um frasco com 1 ml do vírus causador do guanarito, febre hemorrágica transmitida por roedores na Venezuela, foi perdido em um laboratório na Universidade do Texas em Galveston, nos EUA.
O presidente da escola de medicina da universidade, David Callender, divulgou uma carta no domingo (23) na qual afirma que uma inspeção no laboratório da instituição constatou a falta do frasco que deveria estar em um congelador lacrado com acesso restrito.
Segundo Callender, não há risco de transmissão da doença de pessoa para pessoa. Os CDCs (Centros de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA) foram avisados e estão auxiliando as investigações.
Para o presidente da instituição, o mais provável é que o frasco tenha sido destruído durante um procedimento normal de esterilização do laboratório.
A rede de notícias americana ABC afirma que o FBI está supervisionando as investigações.
O Laboratório Nacional de Galveston guarda amostras de alguns dos vírus mais perigosos nos EUA. -->

segunda-feira, 1 de abril de 2013

FOTOS INCRIVEIS DE ERUPÇÃO VULCANICA COM RAIOS E FOGO PELO OLHAR DE MARTIN RIETZE

Martin Rietze é um fotógrafo destemido. Especializado em fotografias de paisagens e cenários da natureza, Rietze não se limita a tirar fotos de bucólicos e verdejantes campos ou animais fofos. Pelo contrário, o artista vive viajando e "caçando" outro tipo de presa, bem mais radical: vulcões. Em especial, vulcões em erupção.



Viajando pelos quatro cantos do mundo, desde o Japão até a Guatemala, passando pelo Congo, Itália e muitos outros lugares, Martin Rietze produz fotografias ao mesmo tempo belas e tenebrosas. Belas pois mostra um show de luzes e cores ao retratar explosões de fumaça, fogo e lava. E tenebrosas porque retratam os momentos em que a natureza se mostra soberana, quando o homem se dá conta que todo o seu controle é pura ilusão e só resta fugir da fúria da mãe Gaia.

Em três diferentes ocasiões, Rietze testemunhou e fotografou em Kagoshima, no Japão, um fenômeno ao mesmo tempo belíssimo e assustador: junto com erupção do vulcão Sakurajima, raios e relâmpagos foram vistos junto com a fumaça e lava que eram expelidos pelo vulcão. Sem dúvida, um espetáculo grandioso, mostrando toda a fúria da natureza combinando uma torrente de fumaça, raios e fogo (lava).
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Vejam a fúria da natureza em chuvas de raios e fogo nas erupções vulcânicas captadas pela lente de Martin Rietze:
Fotos tiradas em fevereiro de 2013:

Martin Rietze fotografia erupção vulcão lava fogo raios fúria natureza

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Fúria da natureza em fogo, raios e fumaça negra

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Sequência de uma erupção vulcânica

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Erupção com raios sob a luz da lua, meio apagada ao fundo

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Chuva de fogo

Fotos tiradas em abril de 2012:

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--> Martin Rietze fotografia erupção vulcão lava fogo raios fúria natureza

Fotos tiradas entre o final de dezembro/2009 e o início de janeiro/2010:

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Martin Rietze fotografia erupção vulcão lava fogo raios fúria natureza

Imagens via site de Martin Rietze - Alien Landscapes on Planet Earth. Dica via Colossal - Terrifying Volcanic Lightning Photographed by Martin Rietze.

FOTOS INCRIVEIS DE ERUPÇÃO VULCANICA COM RAIOS E FOGO PELO OLHAR DEMARTIN RIETZE

Martin Rietze é um fotógrafo destemido. Especializado em fotografias de paisagens e cenários da natureza, Rietze não se limita a tirar fotos de bucólicos e verdejantes campos ou animais fofos. Pelo contrário, o artista vive viajando e "caçando" outro tipo de presa, bem mais radical: vulcões. Em especial, vulcões em erupção.



Viajando pelos quatro cantos do mundo, desde o Japão até a Guatemala, passando pelo Congo, Itália e muitos outros lugares, Martin Rietze produz fotografias ao mesmo tempo belas e tenebrosas. Belas pois mostra um show de luzes e cores ao retratar explosões de fumaça, fogo e lava. E tenebrosas porque retratam os momentos em que a natureza se mostra soberana, quando o homem se dá conta que todo o seu controle é pura ilusão e só resta fugir da fúria da mãe Gaia.

Em três diferentes ocasiões, Rietze testemunhou e fotografou em Kagoshima, no Japão, um fenômeno ao mesmo tempo belíssimo e assustador: junto com erupção do vulcão Sakurajima, raios e relâmpagos foram vistos junto com a fumaça e lava que eram expelidos pelo vulcão. Sem dúvida, um espetáculo grandioso, mostrando toda a fúria da natureza combinando uma torrente de fumaça, raios e fogo (lava).
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Vejam a fúria da natureza em chuvas de raios e fogo nas erupções vulcânicas captadas pela lente de Martin Rietze:
Fotos tiradas em fevereiro de 2013:

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Fúria da natureza em fogo, raios e fumaça negra

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Sequência de uma erupção vulcânica

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Erupção com raios sob a luz da lua, meio apagada ao fundo

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Chuva de fogo

Fotos tiradas em abril de 2012:

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--> Martin Rietze fotografia erupção vulcão lava fogo raios fúria natureza

Fotos tiradas entre o final de dezembro/2009 e o início de janeiro/2010:

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Imagens via site de Martin Rietze - Alien Landscapes on Planet Earth. Dica via Colossal - Terrifying Volcanic Lightning Photographed by Martin Rietze.

Smarthphones Terão Visor de Safira Inquebráveis

 


Smarthphones Terão Visor de Safira Inquebráveis

A tela do seu próximo smartphone poderá ser feita de safira. O mineral, que atualmente é usado como armadura em alguns veículos militares ou vidros de relógios caros, faria seu telefone resistente à impacto e arranhões, mesmo quando jogado no concreto.
O mineral é o mais difícil de se encontrar planeta, com exceção do diamante. Atualmente o preço de um dispositivo feito com safira chega à ser 10 vezes mais caro que o Gorilla Glass. Analistas acreditam que os preço das telas de safira cairão ao longo dos próximos anos, abrindo uma porta para se tornar um novo padrão.
De acordo com um relatório do MIT Technology Review, a equipe da GT Advanced Technologies está atualmente trabalhando em uma maneira de criar folhas de safira mais finas do que o cabelo humano, para reduzir o custo de fabricação. Segundo a equipe da GTAT o futuro preço será apenas 3 ou 4 vezes maior que o G. Glass.

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FONTE http://www.zuti.com.br/smarthphones-terao-visor-de-safira-inquebraveis/

MITOS DE 2400 ANOS SOBRE MUMIFICAÇÃO SÃO DESFEITOS




Ao contrário dos relatórios do famoso historiador grego Heródoto, os antigos egípcios provavelmente não removeram as entranhas das múmia usando enemas com óleo de cedro, sugerem novas pesquisas sobre a realidade da mumificação.



Os embalsamadores antigos também não deixaram sempre o coração da múmia no local, acrescentaram os pesquisadores. Os resultados, publicados na edição de fevereiro de HOMO - Journal of Comparative Human Biology, analisaram 150 múmias do mundo antigo.

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No século 5 AC, Heródoto, o "pai da história", debruçou-se na explicação do processo de mumificação egípcio. O embalsamento era um negócio competitivo e os truques do comércio, foram muito bem guardados, disse o co-autor Andrew Wade, antropólogo da Universidade de Western Ontario.Heródoto descreveu vários níveis de embalsamamento: As elites, segundo ele, têm uma fenda na barriga, através da qual os órgãos eram removidos. Para a classe mais baixa, as múmias tinham órgãos devorados com enemas de óleo de cedro, que se pensava ser semelhante a terebintina, relatou Heródoto.



Além disso, Heródoto reivindicou que o cérebro foi removido durante a contas de embalsamamento e outros sugeriram que o coração era sempre deixado no lugar. Para ver como as eviscerações realmente aconteceram, Wade e o seu colega Andrew Nelson procuraram na literatura e encontraram detalhes sobre como 150 múmias foram embalsamadas ao longo de milhares de anos no antigo Egipto. Eles também realizaram tomografias computadorizadas e reconstruções em 3D de sete múmias.


A equipa descobriu que ricos e pobres mais comummente tinham a fenda transabdominal, embora para a evisceração das elites às vezes era realizada através de uma fenda no ânus. Além disso, não houve indicação de que muitos enemas de óleo de cedro foram usados.


Apenas num quarto das múmias os corações foram deixados no local. A remoção do coração parece coincidir com o período de transição, quando a classe média teve acesso à mumificação, sendo que a permanência do coração pode ter sido um símbolo de status depois desse ponto, disse Wade.


Heródoto, que havia sugerido que os cérebros das múmias eram removidos e descartados, estava enganado já que Wade e seus colegas encontraram cerca de um quinto dos cérebros dentro dos crânios das múmias. Quase todos os outros foram puxados para fora através do nariz, descreveu a equipa de Wade noutro estudo detalhado na edição de agosto de 2011 do mesmo jornal.


Após a evisceração, os corpos eram esfregados com um anti-séptico suave como o vinho de palma. Eles também eram cobertos com pacotes de natrão, um sal natural, deixados secar por muitos dias, embalados com raspas de linho ou madeira, e às vezes perfumados com itens perfumados, disse Wade.

FONTE http://www.ciencia-online.net/2013/03/mitos-com-2400-anos-sobre-mumificacao.html

Barbárie Nazista na segunda guerra.

Barbárie Nazista na segunda guerra.




Oradour sur Glane Barbárie Nazista na segunda guerra.Na manhã de 10 de junho de 1944, os tanques de soldados alemães chegam a Oradour-sur-Glane, na França.
Esta aldeia pacífica, próxima de Limoges, possuia na época um total 1200 habitantes.
A Companhia que acaba de chegar pertence à divisão SS Das Reich, sob o comando do  general Lammerding.
Oradour sur Glane1 Barbárie Nazista na segunda guerra.Os alemães tinham sido atacados dias antes pela Resistência, para impedir que chegassem à Normandia, onde os aliados tinham acabado de desembarcar.
Como represália, o general Lammerding ordenou à sua Companhia que destruisse Oradour-sur-Glane.
A Companhia SS, composta de cerca de 120 homens, já era conhecida pela exterminação das populações civis na Rússia.
Oradour sur Glane3 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane4 Barbárie Nazista na segunda guerra.À tarde, a vila é cercada e a população reunida no local da feira, sob o pretexto de uma verificação de identidade.
As crianças, na escola, também não foram esquecidas.
As SS procedem com calma e a população obedece sem protestar.Oradour sur Glane5 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane6 Barbárie Nazista na segunda guerra.Os homens são separados das mulheres e crianças.
São divididos em seis grupos e cada grupo é conduzido para um celeiro. Quando, finalmente, todos os homens foram trancados nos celeiros que estavam cheios de feno e palha, os SS lançaram granadas para o interior.
--> Oradour sur Glane7 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane8 Barbárie Nazista na segunda guerra.As mulheres e crianças foram trancadas na igreja, onde os alemães colocaram uma caixa de explosivos e palha.
Com a detonação dos explosivos o fogo cauteriza o interior da edificação, como anteriormente nos celeiros.Oradour sur Glane9 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane10 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane11 Barbárie Nazista na segunda guerra.Com a “obra” concluida, os SS saqueiam a aldeia e terminam incediando-a.
No total, fazem 642 vítimas.
Entre elas 246 mulheres e 207 crianças, das quais 6 com menos de 6 meses, que foram queimadas dentro da Igreja.
Oradur-sur-Glane tornou-se, na Europa Ocidental, o símbolo da barbárie nazista.Oradour sur Glane12 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane13 Barbárie Nazista na segunda guerra.Massacre das mulheres e crianças:
O grupo fechado na igreja é composto de todas as mulheres e crianças da aldeia.
Os soldados colocam na nave, perto do coro, uma espécie de caixa bem grande da qual saíam uns cordões que eles espalharam pelo solo.
Os cordões foram acesos, o fogo propagou-se até a caixa, que continha um gás asfixiante. A caixa explode e libera uma fumaça negra, espêssa e sufocante.
Tiros ecoam por toda a igreja.
Depois a palha, pedaços de madeira e cadeiras são lançados sobre os corpos estirados no  chão e os nazistas colocam fogo.
O calor é de tal modo elevado que, na entrada desta igreja, se pode ver o sino fundido e destruído sobre o solo.
Destroços de 1,20 m de altura cobriam os corpos.Oradour sur Glane14 Barbárie Nazista na segunda guerra.Uma única mulher sobreviveu a este massacre: Marguerite Rouffanche, nascida em Thurmeaux.
O seu testemunho é tudo o que se pode saber sobre este drama.
Ela perdeu, nesta carnificina, o seu marido, seu filho, as suas duas filhas e o seu neto de 7 meses. Oradour sur Glane16 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane17 Barbárie Nazista na segunda guerra.O coro da igreja tinha três janelas.
A sra. Rouffanche conseguiu ir até a do meio, a maior delas, com a ajuda de um escadote que servia para acender as velas. Como o vitral estava quebrado ela se lançou pela abertura.
Depois de uma queda de três metros de altura, embora ferida, conseguiu esgueirando-se  pela grama alta atingir um quintal vizinho onde havia uma plantação de ervilhas, e lá ficou escondida entre as filas das ervilheiras.
Foi encontrada no dia seguinte por volta das 17 horas. Oradour sur Glane18 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane19 Barbárie Nazista na segunda guerra.Outros massacres:
Os Nazistas voltaram e inspecionaram novamente as casas da aldeia a procura de outros habitantes que, porventura, tivessem escapado nas suas primeiras buscas, em particular, a procura daqueles que devido ao seu estado físico estavam impedidos de se juntar aos outros.
As equipes de socorro encontram, em diversas habitações, os corpos queimados de vários idosos impotentes.
Um enviado especial das FFI, (Forces Françaises de l’Intérieur) presente em Oradour nos primeiros dias após o massacre, informou que foram retirados de um forno de padeiro, os restos calcinados de cinco pessoas: o pai, a mãe e os seus três filhos.
Num poço de uma quinta encontraram numerosos cadáveres, em adiantado estado de decomposição para serem identificados, o poço foi lacrado e os corpos deixados no local.
No total 664 pessoas foram massacradas nesse dia, onde a barbárie atingiu o seu apogeu.Oradour sur Glane20 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane21 Barbárie Nazista na segunda guerra.--> Depois da guerra, o general Charles de Gaulle decidiu que a aldeia não fosse reconstruída, mas que se tornasse um memorial à dor da França durante a ocupação.
A reconstrução da nova comunidade de Oradour-sur-Glane foi feita em outro local, desde julho 1944.
Em 1999, a aldeia foi nomeada “aldeia mártir” pelo presidente Jacques Chirac.
Desde esta data, o “Centro de memória” une as ruínas a nova comunidade, graças a uma exposição permanente cobrindo todo o contexto do massacre.
Este centro de documentação prepara o visitante para a visita a aldeia mártir.Oradour sur Glane22 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane23 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane24 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane25 Barbárie Nazista na segunda guerra.O conjunto do memorial e da aldeia mártir fazem de Oradour-sur-Glane o local mais visitado do Limousin.
Cerca de 300.000 pessoas por ano.Oradour sur Glane26 Barbárie Nazista na segunda guerra.Oradour sur Glane27 Barbárie Nazista na segunda guerra.



nao podemos deixar essa terrivel historia ser esquecida, para que no futuro nao se repita